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Baía das Gatas


Baía das Gatas é o nome de uma bela baía natural, uma pequena localidade aonde se realiza o festival de música internacionalmente famoso. Fica a 8 km a leste da cidade do Mindelo, capital da ilha. O nome desta baía deriva da abundância nas suas águas de uma espécie de tubarão, denominado de tubarão – gata. A Baía das Gatas é uma enorme piscina natural, já que a saída para o mar está fechada por rochas que fazem uma barreira. A leste da Baía das Gatas fica a Praia Grande, ou Praia do Norte, com o seu areal a perder de vista. Desde 1984, o Festival de Música da Baía das Gatas realiza-se anualmente no primeiro fim-de-semana de lua cheia do mês de Agosto.
 

Mindelo

 

Na cidade de Mindelo encontra-se um desenvolvimento e uma prosperidade raros nas outras ilhas, sobretudo graças ao seu porto de águas profundas — o Porto Grande — que serve de escala transatlântica para navios de todas as nacionalidades. O passeio pela marginal, contornando a baía até à Praia da Laginha, permite observar o recorte da cratera vulcânica submarina.

Mindelo é o resultado de duas grandes influências, a colonial portuguesa e a britânica, denunciadas ao virar de cada esquina nos seus arruamentos e na arquitectura dos seus belos edifícios. Destacam-se o Palácio do Governador, construção de dois andares, muito bem conservada, no estilo colonial, a Câmara Municipal, a Pracinha da Igreja, berço da cidade, a partir da qual foram construídas as primeiras casas e traçadas as primeiras ruas, a Avenida Marginal com a réplica da Torre de Belém de Lisboa, o Fortim d'el-Rei, construção mais antiga existente em Mindelo e com uma soberba vista panorâmica sobre a cidade e a baía, o Mercado Municipal onde, além, das verduras, carne e peixe, é possível encontrar uma diversidade de comércio desde artesanato, música, artigos de beleza e roupa, o Mercado do Peixe, e a Alfândega Velha, hoje Centro Nacional de Artesanato, único local instituído como guardião dos riquíssimos testemunhos da arte cabo-verdiana, com destaque para obras na pintura, na cerâmica, na cestaria e nos tecidos em batique e trabalhos em madeira. 

A cidade tem uma vida nocturna fervilhante. O ponto de encontro para a ronda de bares e discotecas é na Praça Nova de onde se parte para descobrir a riqueza e diversidade da música cabo-verdiana com mornas, coladeras, e funanás.

São Pedro

 

São Pedro é uma aldeia piscatória que fica a 10km a sudoeste da cidade do Mindelo. São Pedro tem uma enorme praia com águas turquesas. A paisagem é árida e majestosa e os ventos constantes a tornam numa praia internacionalmente reputada para a prática do windsurf. A aldeia é pequena e pitoresca, com casas coloridas, praticamente apenas pescadores a habitam. A 2km, mais para oeste, fica o farol de D. Amélia. Na zona de São Pedro está incluída parte do complexo montanhoso do qual o Monte Cara faz parte, incluindo o ponto mais alto desse conjunto (o pico de Fateixa, com 571 m). O Monte Cara é uma elevação na ilha com 490 metros de altitude, a oeste da baía do Porto Grande, em frente à cidade do Mindelo. O Monte Cara, que deve seu nome ao fato do seu recorte fazer lembrar um rosto humano olhando o céu, é o ex libris da cidade. Também já foi chamado Monte Washington ou Cabeça de Washington.

Calhau

 

Calhau é uma pequena aldeia piscatória na costa leste da ilha, a 22 km da cidade do Mindelo. Pertence à zona de Ribeira de Calhau e tem uma praia para banhos de mar e um pequeno porto de pesca na baía homónima. Em dias de visibilidade consegue ver-se dali a ilha desabitada de Santa Luzia. A 4km para sul de Calhau fica a cratera do vulcão Viana, extinto. A norte do povoado também se encontram outros cones de vulcões extintos. 

Entre o Calhau e a Baía das Gatas encontra-se a Praia Grande, com areia branca e água cristalina. Aqui são as ondas que imperam e a natureza mais bravia do Atlântico. É uma da praias de eleição para a desova das tartarugas. 
 

Monte Verde

 

Entre o  Mindelo e a Baía das Gatas, encontramos o Monte Verde, o ponto mais alto da ilha que com os seus 700 metros de altitude é um miradouro natural sobre a ilha. Nos tempos da “azágua” cobre-se de verde e é possível observar espécies endémicas e algumas introduzidas desde o povoamento. O topo está, algumas vezes, encoberto pelas nuvens, dificultando a vista panorâmica mas permitindo um verdadeiro “passeio pelas núvens”.

A subida para o monte pode ser feita de carro junto da estrada na encosta e, para os mais aventureiros, a pé. As condições da estrada são boas.